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Moradores decidem PASSAGEM LIVRE do pedágio de Marques dos Reis


Revolta de moradores causa abertura de passagem alternativa na Praça de Pedágio de Marques dos Reis
Cansados de promessas e mentiras, moradores do Marques dos Reis, Jacarezinho-PR, protestam contra o pedágio ali existente, com tarifa absurda exigida sem alternativa de passagem e, isolados e revoltados com a agressão que sofrem suas famílias, decidem abrir passagem aos veículos por dentro de suas terras, construindo o devido desvio.
Deputados oportunistas “encostaram” na Praça de Pedágio de Marques dos Reis na tentativa de locupletar-se da ira dos usuários residentes nos dois estados, São Paulo e Paraná, os maiores prejudicados, porém, nada fizeram, até o momento, que resultasse na passagem livre da ilegal tarifa do pedágio construído em área de segurança ambiental, sem a licitação específica e preços exorbitantes. Uma vergonha imposta aos cidadãos de bem que dependem do lugar. Além disso, a revolta dos moradores é apontada pelo abandono em que a concessionária Econorte mantém os arredores da Praça de Pedágio, supostamente pagando propinas para que lavradores proprietários vizinhos não permitam desvios alternativos, isentos de tarifa, e isolando famílias de outros que não concordaram com os recebimentos. Absurdo no Brasil...
Informações privilegiadas apontam que supostamente candidato a vereador em Ourinhos pelo partido PSD é um dos que se beneficiam financeiramente do pedágio ilegal impedindo a passagem de veículos por passagem alternativa existente em terras de propriedade de sua família, recebendo supostas propinas, em conluio com a Econorte.
O escárnio chega ao ponto de transformarem casas em alvos dos tremores causados por veículos pesados transitando em distâncias menores das exigidas em lei, ameaçando a derrubada das humildes construções.
Pontos de ônibus dos moradores do lugar localizados em verdadeiras armadilhas com a exigência de travessia da rodovia movimentada e jovens estudantes colocados (a) em risco inclusive, de atropelamentos, de assédios sexuais, roubos e humilhações.
O bloqueio desumano e humilhante imposto aos moradores do local, além de abusivo, desproporcional e criminoso, coloca a existência dos mais humildes em risco, muitos deles dependentes e ali residentes há dezenas de anos, sendo idosos e crianças isolados da realidade da vida, do conforto urbano, da dignidade humana.
O pedágio ilegal, a ira dos moradores, a revolta dos usuários da via e de toda região inconformada com a situação caótica, salta aos olhos de verdadeiros oportunistas políticos que veem no lugar uma lacuna ideal para atacarem os incautos com incansáveis promessas e mentiras de solução definitiva ou paliativa, buscando na miséria, na humildade e na revolta dos que ali residem e nos usuários da via que pagam as indevidas tarifas, oportunidades de continuarem nos cargos eleitos para ilusoriamente defenderem os direitos da população, em uma das maiores balelas quase que impostas pela mídia paga pelos próprios oportunistas, que mentem descaradamente à população dos dois estados, desesperados com informações e descabidas, verdadeiras armadilhas aos destinatários, prestando sim, um desserviço repugnante aos usuários da Praça de Pedágio ilegal e aos moradores, isolados do mundo por conveniência criminosa de políticos inescrupulosos e governos corruptos.
Manifestos populares implorando por melhora-mentos e condições humanas de sobrevi-vência no local são redigidos e protocolados insistentemente na empresa concessionária, mas os gritos de socorro são inúteis, impossíveis de serem ouvidos, arrebatando dos moradores do lugar uma vida digna e confortável para a empresa se abarrotar dos ensanguentados recebimentos da Praça de Pedágio ilegal. 
No entanto, não bastam aos políticos ali envolvidos e ao governo paranaense tudo isso que está revoltando a população, são insensíveis aos reclamos populares, daí as manifestações contínuas e agora um grito de alarme, angustiante, dos moradores que abriram o caminho com as próprias mãos, proporcionando a toda a população uma passagem livre do pagamento da tarifa ilegal, da extorsão institucional.